
O conjunto arquitetônico da Pampulha foi projetado por Oscar Niemeyer entre 1942 e 1944, surge de uma encomenda do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek (1902 - 1976), para a construção de uma série de edifícios em torno do largo artificial da Pampulha.
Na Pampulha, especialmente, a administração municipal visa criar um local luxuoso de lazer - com cassino e lago para a realização de esportes náuticos para atrair investimentos. Para a execução da obra, Niemeyer conta com a colaboração do engenheiro de estruturas, e também poeta, Joaquim Cardoso (1897 - 1978) e do paisagista Burle Marx (1909-1994).
Na Pampulha, especialmente, a administração municipal visa criar um local luxuoso de lazer - com cassino e lago para a realização de esportes náuticos para atrair investimentos. Para a execução da obra, Niemeyer conta com a colaboração do engenheiro de estruturas, e também poeta, Joaquim Cardoso (1897 - 1978) e do paisagista Burle Marx (1909-1994).
A Igreja de São Francisco é considerada a obra-prima do conjunto. Niemeyer se apropria, de uma forma cara, das construções utilitárias, ao explorar os seus rendimentos plásticos e estéticos. O emprego das curvas e linhas oblíquas em toda a Igreja - na fachada e no interior - confere a ela um caráter assimétrico e flexível que atesta a liberdade criativa do arquiteto, envolvido com a exploração máxima das possibilidades plásticas e com as potencialidades escultóricas do concreto armado.
O conjunto da Pampulha torna-se um marco da arquitetura moderna no Brasil e no mundo. Diversas críticas foram feitas ao projeto, sobretudo à falta de um plano urbanístico para o novo bairro no qual as obras têm lugar e à falta de função social da obra.
O conjunto da Pampulha torna-se um marco da arquitetura moderna no Brasil e no mundo. Diversas críticas foram feitas ao projeto, sobretudo à falta de um plano urbanístico para o novo bairro no qual as obras têm lugar e à falta de função social da obra.







